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QUESTIONAMENTOS MATERNOS: FICAR EM CASA X TRABALHAR FORA

Publicado em 07/06/2016 13:52
Categoria: Dicas
QUESTIONAMENTOS MATERNOS: FICAR EM CASA X TRABALHAR FORA

Começamos o post de hoje dizendo: Você não é menos mãe se trabalhar fora e nem mais mãe se ficar com o pequeno em casa. Existem muitos tipos de mães ao redor do mundo e cada uma cuida do seu filho da melhor forma possível, sem a obrigação de seguir os padrões impostos pela sociedade.
 
Antigamente o papel da mulher era de ficar em casa cuidando dos filhos, enquanto o marido trabalhava fora para sustentar a família. Hoje não é mais assim, já que temos famílias diferentes – aquelas que não são formadas apenas por homem, mulher e filho – e nem sempre apenas um membro da família consegue sustentar mais que duas pessoas.
 
Os tempos mudaram e grande parte das mães precisou aprender a conciliar a vida do trabalho com a de ser mãe, e o mesmo serve para os pais, que antigamente não eram tão participativos na educação dos filhos e cada vez mais dividem as tarefas com as mães. Com essa nova rotina as famílias precisaram buscar apoio para os cuidados com os pequenos. Por isso, saiba que se você conta com a ajuda de babá, de parentes ou da escolinha, saiba que você continua sendo MÃE, e nem mais nem menos que isso. E pensando em te ajudar a decidir o que fazer depois do período de licença-maternidade, aquele momento de dúvida muito comum entre as mamães em decidir entre trabalhar fora ou ficar em casa, reunimos informações sobre as situações mais comuns, mostrando os prós e contras.
 

O que fazer quando acabar a licença-maternidade?


Ficar em casa? Trabalhar fora? Ou combinar os dois e trabalhar em casa? Esses questionamentos podem causar muita pressão na mamãe, por isso, antes que acabe a licença-maternidade, tire um tempo para pensar no que é melhor para sua família.
 
Qualquer escolha trará suas consequências e você vai precisar de um tempo para se adaptar à nova rotina com o bebê.
 

E o que acontece se eu…
 

Opção 1: …ficar em casa?


Você pode ficar o tempo inteiro ao lado do pequeno, acompanhando suas conquistas e ensinando lições para a vida. Além de poder conferir e participar de perto de seus primeiros passos, primeiras palavras, risadas e desenvolvimento.
 
Mas tenha em mente que isso é um “trabalho” que nunca acaba e exige diversas habilidades. Quando seu filho ainda é um bebê, não há pausa para almoço ou para o banho, todo seu horário é feito baseado nos horários dele. E você vai aprender a ser cozinheira, motorista, médica e seu salário será em forma de beijinhos e abraços apertados do pequeno.
 
Dica para não surtar: reserve um tempo só para você, sem precisar preocupar-se com o filho. E lembre-se de dividir tarefas com o papai.

 

Opção 2: …trabalhar fora?


Você tem a segurança de poder oferecer uma vida financeira mais estável. Você vai trabalhar com mais motivação e com a certeza de voltar para casa e receber um abraço e um sorriso do seu pequeno.
 
Por outro lado, você vai preocupar-se em não estar ao lado do seu filho. Mesmo estando com alguém de confiança, você pode passar o dia imaginando se o pequeno está bem, se não está com febre, se não pegou alguma coisa do chão e colocou na boca…
 
Dica para não surtar: reserve um tempo para você e o pequeno, sem interferência de problemas externos.

 

Opção 3: …trabalhar em casa?


Por não ter horário fixo, você pode brincar, alimentar, dar banho e fazer o que quiser com seu filho na hora que for mais conveniente. Mas por conta disso, você pode acabar se atrapalhando nas tarefas e perdendo prazos, ou não se concentrar tanto quanto se concentraria se estivesse em um escritório. Para conseguir conciliar trabalho e bebê, o ideal é ser bem organizada e fica mais fácil com a ajuda de algum parente.
 
Dica para não surtar: não aceite mais trabalho do que pode dar conta.

 

Como escolher? Eis a questão!

Você pode anotar em um pedaço de papel quais são as vantagens e desvantagens de cada opção. Prefira fazer isso sem interferência de outros membros da família, a não ser seu parceiro. Cada mulher sabe da situação que está vivendo e o que pode ou não aguentar. Anote também os gastos e veja se pode arcar com eles: de fraldas, roupas e comida até possível desemprego ou doença.
 
Sua escolha não precisa ser permanente, o que é uma boa notícia. Se você não estiver sentindo que foi para o lado certo, você pode mudar. Converse com as pessoas envolvidas na sua decisão e explique o que é melhor fazer. Atente-se apenas quando for mudar de ficar em casa para trabalhar fora, pois a criança precisa de um tempo de adaptação.

 

Fonte: http://goo.gl/ar6BIa 

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